A premissa de “Projeto Gemini” é bem legal. O melhor assassino de todos (vivido por Will Smith) decide se aposentar, mas acaba sendo exposto a um segredo que o faz virar o alvo principal da organização em que trabalha. Ele é tão bom e preciso que nenhum outro assassino altamente treinado consegue matá-lo. A solução? Utilizar um clone, uma ‘cópia’ mais jovem do maior assassino, para (tentar) eliminá-lo.
Uma ‘boa premissa’ não é sinônimo de bom filme. Infelizmente, “Projeto Gemini” erra mais que acerta. Os erros não fazem o longa ser execrável, mas torna-o burocrático e pouco criativo.

