Mostrando postagens com marcador Ficção Científica. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Ficção Científica. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 9 de dezembro de 2019

Matrix – 20º Aniversário

"Matrix" envelheceu... muito bem, obrigado! Vinte anos após seu lançamento, essa ficção científica continua mais atual do que nunca! O visual, a sonoridade, o estilo, as inúmeras concepções filosóficas entrelaçadas, as metáforas e todos os elementos (textuais ou cinematográficos) que o fizeram revolucionário no final dos anos 90 estão irretocáveis.
 
Rever "Matrix" no cinema para comemorar seu 20° aniversário foi uma experiência deliciosa e contemplativa. A nostalgia de rever as cenas favoritas e recordar outros tantos momentos épicos culminaram em diversos arrepios!

domingo, 20 de outubro de 2019

O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio

“O Exterminador do Futuro” foi um ícone da ficção científica em 1985. Sua continuação, “O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final” (1991), se tornou um marco para o cinema, principalmente pela evolução dos efeitos digitais e pela direção criativa de James Cameron. É um filme que impressiona até hoje! As carreiras de Cameron e Arnold Schwarzenegger (não há um ator melhor para interpretar um robô como ele) foram impulsionadas após o sucesso desses longas.
O destino da franquia mudou de rumo quando James Cameron se divorciou de Linda Hamilton no final dos anos 90, atriz que interpreta a protagonista Sarah Connor nas primeiras produções.

terça-feira, 1 de outubro de 2019

Ad Astra – Rumo às estrelas

“Ad Astra”, cujo significado em latim é basicamente o subtítulo que o longa ganhou no Brasil (para as estrelas), é uma ficção científica para poucos. Para se ter uma ideia do que o espectador encontrará, o filme tem a simplicidade estética e a qualidade sonora que remete a “Gravidade”, a busca pela sobrevivência lembra “Interestelar”, há um conflito psicológico a lá “Apocalipse Now” e o ritmo lento e a essência filosófica da narrativa faz referência a produções como “Solaris” e “2001 - Uma odisseia no espaço”. Apesar de ser bem menos complexo em relação aos dois últimos longas citados, “Ad Astra” utiliza a imensidão do universo para passar uma mensagem familiar que é maior do que imaginamos.

terça-feira, 2 de julho de 2019

X-Men: Fênix Negra

Como disse Galvão Bueno na Copa do Mundo de 1994: "Acabôoo, é tetraaa"! Sim, meus amigos, a saga dos "X-Men" (e seus derivados) nos cinemas acabou... por enquanto. Foram 19 anos e 13 filmes produzidos pela Fox, sendo sete deles comandados pela trupe do Professor Xavier, três longas sobre Wolverine, duas produções protagonizadas por Deadpool e um que já está pronto há muito tempo ("X-Men: Novos Mutantes", outro proveniente desse universo), mas seu lançamento foi adiado inúmeras vezes e ainda há uma previsão de estreia para 2 de abril de 2020.

segunda-feira, 17 de junho de 2019

MIB: Homens de Preto - Internacional

"MIB: Homens de Preto - Internacional" possui uma coisa legal: em cada parte do mundo há uma agência de vigilância e controle de extraterrestre na Terra. Sendo assim, a narrativa aborda a 'filial' de Londres onde vemos outra dupla de agentes que terá a missão de salvar o planeta de ameaças externas.
 
Até aí, tudo 'Ok', já sabemos que estamos diante de um quarto filme da franquia com um conteúdo 'mais do mesmo'. Entretanto, esse clichê é mal trabalhado. Não se trata se a história é boa ou ruim ou se as atuações são convincentes ou deixam a desejar. O problema está nas decisões por trás do 'neuralizador', digo, câmeras.

quinta-feira, 19 de abril de 2018

Um lugar silencioso

Já não é de hoje que o conceito de ‘terror’ no cinema anda meio banalizado. A maioria dessas produções não se preocupa tanto em desenvolver narrativas e/ou concepções no intuito de provocar reações emocionais genuinamente incômodas nos espectadores. Em outras palavras, não há uma eficiência em causar o ‘medo’ em quem assiste ao filme. Devido a isso, muitos longas optam pelo ‘caminho mai$ fácil’ ao investirem em criaturas bizarras, em histórias rasas, na repugnância, na sanguinolência e em ‘jump scare’ (susto) gratuitos para promoverem o gênero.

segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Star Wars: Os últimos Jedi

“Star Wars: Os últimos Jedi”, continuação direta de “O despertar da força” (2015), é diferente de todos os outros episódios. O longa começa no clima que consagrou a saga, depois disserta com momentos improváveis e inimagináveis para os fãs e conclui o capítulo de forma magistral em um filme repleto de emoção.
 
A narrativa se inicia logo após o anterior com Rey encontrando Luke Skywalker e a resistência fugindo dos ataques da Primeira Ordem. Enquanto Luke treina Rey para ser uma Jedi, a Aliança Rebelde tenta por em prática um plano para deter Kylo Ren, o líder supremo Snoke e o Império.

domingo, 8 de outubro de 2017

Blade Runner 2049

"Blade Runner - O Caçador de Andróides", de 1982, dirigido por Ridley Scott, marcou uma geração, tanto no conceito antropológico como cinematográfico. O curioso é que o filme foi fracasso de bilheteria (estreou na mesma semana de "E.T.", de Steven Spielberg) e obteve status de cult graças ao home vídeo, que aproximou o longa das pessoas e fez a obra ganhar a devida importância.
 
A produção de "Blade Runner" foi uma das mais conturbadas e repleta de intromissões de produtores. Isso, querendo ou não, também fez alavancar o interesse do público por causa de várias edições do filme que foram relançadas no decorrer dos anos.

domingo, 6 de agosto de 2017

Planeta dos Macacos - A Guerra

Muita gente torceu o nariz quando surgiu a notícia de que haveria uma nova série de filmes baseada no clássico "Planeta dos Macacos" (1968). Não foi muito animador, tendo em vista o fracasso crítico de outras cinco produções sobre o tema que sucederam o original.

Mal sabiam os pessimistas que a nova trilogia agregaria valor ao longa de 1968 ao contar a origem do domínio símio na Terra. Em momento algum os recentes filmes tinham a pretensão de  serem melhores ou superiores ao clássico, ao contrário do remake de Tim Burton (2001) que falhou ao reinventar o enredo com um novo plot twist.

domingo, 30 de abril de 2017

Guardiões da Galáxia Vol. 2

O primeiro "Guardiões da Galáxia" foi uma surpresa. Ninguém esperava que uma aventura cinematográfica sobre os heróis da prateleira de baixo da Marvel fosse dar tão certo a ponto de o filme ser melhor que muitas produções dos heróis da prateleira de cima. Foi um sucesso de público, crítica e de bilheteria faturando mundialmente, em 2014, mais de US$ 773 milhões (só nos Estados Unidos foram US$ 333 milhões). Isso fez aumentar as expectativas sobre o "Volume 2" e, como o time que está ganhando não se mexe, a continuação veio tão boa quanto o original.

quinta-feira, 2 de março de 2017

A Grande Muralha

Invasão alienígena na China em pleno Século XV. Essa é a estranha premissa que define "A Grande Muralha", uma co-produção entre norte-americanos e chineses. Enquanto Hollywood traz a experiência em realizar blockbusteres, os orientais contribuem com o que sabem fazer de melhor: beleza e organização.
 
A narrativa recria a origem da muralha. O objetivo da grande barreira chinesa não seria apenas proteger a população de qualquer inimigo humano, mas servir de um forte de guerra para evitar que uma raça alienígena hostil, que caiu na Terra em um meteoro há centenas de anos, destrua o país.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

A chegada

“A chegada” parece um filme sobre invasão alienígena, mas não é. Se invasão é acompanhada sempre de hostilidade, então o longa passa longe do gênero ação. Não há guerras e nem tentativa para ‘dominar a Terra’, mas há muito mistério e reflexão. Só por não ter as características triviais envolvendo extraterrestres, a produção já se mostra uma ficção científica original.
 
Na trama, várias naves interplanetárias chegam a Terra. Nenhuma toca o solo e ficam estáticas, a poucos metros do chão, em diversos pontos do planeta.

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Independence Day - O ressurgimento

Essa sequência de "Independence Day" (1996) até tem uma premissa condizente, mas o roteiro subestima demais a inteligência do espectador. Há muitas falhas de elipses, inúmeros personagens mal desenvolvidos e a trama sofre com várias soluções fáceis e repentinas. É um filme que tem corpo de adulto e mentalidade de adolescente. Embora seja tecnicamente moderno e bem feito, Roland Emmerich estiliza a direção como se estivesse no anos 90, quando os longas aventurescos pouco se importavam com quaisquer coerências narrativas. As duas coisas que fazem compensar os 120 minutos de projeção são os espetaculares efeitos visuais e o ritmo dinâmico que Emmerich proporciona nas cenas de ação.

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

A Série Divergente: Convergente

Diante da frustração com "Insurgente" e do desânimo para conferir este "Convergente", o terceiro longa de "A Série Divergente" surpreende 'na medida do possível'. Sem sombra de dúvidas, é bem melhor que o antecessor. Ainda que tenha uma fraca narrativa como a segunda parte e uma Shailene Woodley ainda mais 'canastrona', "Convergente" possui um ritmo melhor e uma trama sci-fi mais consistente e com mais ação. Os efeitos visuais não decepcionam (pelo menos na maioria das cenas) ao contrário do roteiro que é recheado de furos. Muitas situações ficam sem explicações.

quinta-feira, 9 de julho de 2015

O Exterminador do Futuro: Gênesis

Infelizmente, esta quinta parte deixa a desejar. O filme atrapalha toda a coerência temporal da narrativa da série e não explica como toda a bagunça, aqui, foi formada. Além disso, a ideia sobre as mudanças que contornam o persoagem John Connor poderão incomodar muita gente, principalmente por nos remeter aos fracos "Transcendence" e "Lucy". As cenas de ação são 'ok', nada de impressionante (algumas são absurdas até demais). Os efeitos visuais são irregulares: há momentos com bom realismo e outros muito plásticos. O legal foi a nostalgia ao revisitar o passado dos longas de James Cameron. O destaque é Schwarzenegger que está super a vontade, irônico e perfeito, pela quarta vez, como o robô exterminador. Inclusive, o argumento sobre o seu envelhecimento ficou convincente. É uma pena que tenha uma direção burocrática e um roteiro ruim.

O Exterminador do Futuro: Gênesis (Terminator Genisys)
2015, EUA - 124 minutos
Ficção Científica / Ação
Direção: Alan Taylor  
Roteiro: Gale Anne Hurd, Laeta Kalogridis, Patrick Lussier, James Cameron 
Elenco: Arnold Schwarzenegger, Emilia Clarke, Jai Courtney, Jason Clarke, Lee Byung-hun
Cotação: * *

Termômetro: 
- Humor: * * 
- Drama: * * 
- Romance: *  
- Fantasia: * * * * 
- Ação / Aventura: * * * 
- Policial: * 
- Suspense: * * *  
- Sexualidade: * * 
- Escatologia: *  
- Violência: * * * 

segunda-feira, 23 de março de 2015

Anomalia - Corrida contra a vida

Tecnicamente, "Anomalia - Corrida contra a vida" é 'ok', tem bom ritmo em sua primeira metade e as cenas de lutas (repletas de câmeras lentas) até que divertem, mas o filme tem um roteiro fraco e uma direção que se perde a cada 'viagem' do protagonista. É um quebra-cabeça confuso e desorganizado que carece de várias peças, principalmente no que diz respeito a coerência narrativa para explicar melhor os signos que aparecem nas cenas e as ligações entre os eventos causados pelos pulos temporais. Embora tenha uma premissa curiosa, o longa é uma perda de tempo.

Anomalia - Corrida contra a vida (The Anomaly)
EUA, 2014 - 97 minutos
Ficção Cinetífica
Direção: Noel Clarke
Roteiro: Simon Lewis
Elenco: Noel Clarke, Ian Somerhalder, Alexis Knapp, Ali Cook, Allistair McNab, Art Parkinson
Cotação: * 

Termômetro:
- Humor: *
- Drama: * *
- Romance: * *
- Fantasia: * * * *
- Ação / Aventura: * * *
- Policial: * 
- Suspense: * *  
- Sexualidade: * *
- Escatologia: * *
- Violência: * * *

sábado, 21 de março de 2015

A série Divergente: Insurgente

Avaliando a obra cinematográfica sem comparar com a lietrária, é nítida a melhora técnica em "Insurgente", principalmente na utilização dos bons efeitos visuais e nas cenas de ação mais bem coreografadas que o original, entretanto o fraco roteiro proporciona um ritmo irregular ao longa e isso poderá incomodar aos mais exigentes. No dito popular, a narrativa se desenrola 'no tranco' (vai e para, vai e para). Infelizmente, o filme não empolga tanto como foi em seu excelente trailer. Outro destaque negativo é o 3D que se mostra completamente inútil. O efeito da profundidade é pouco e nada pipoca para fora da tela.

A série Divergente: Insurgente (Insurgent)
EUA, 2015 - 119 minutos
Aventura / Ficção Cinetífica
Direção: Robert Schwentke
Roteiro: Brian Duffield, Akiva Goldsman, Mark Bomback
Elenco: Shailene Woodley, Theo James, Octavia Spencer, Naomi Watts, Ansel Elgort, Miles Teller, Kate Winslet
Cotação: * *

Termômetro:
- Humor: * *
- Drama: * * *
- Romance: * *
- Fantasia: * * * *
- Ação / Aventura: * * *
- Policial: * 
- Suspense: * *  
- Sexualidade: *
- Escatologia: *
- Violência: * * *

domingo, 10 de agosto de 2014

Planeta dos Macacos: o confronto

Esta sequência de "Planeta dos Macacos: a origem", de Rupert Wyatt, é superior e com trama fidedigna ao antecessor. Assim como o longa de Wyatt, "Planeta dos Macacos: o confronto", dirigido por Matt Reeves, não surpreende, mas mantém os pés no chão, não 'inventa moda', e se mostra coerente e pragmático no que diz respeito ao processo evolutivo da narrativa 'Macaco x Humano'. O longa é mais intenso, tem efeitos visuais de qualidade, as ações são bem desenvolvidas e há bons diálogos, principalmente no que se refere à interessante crítica social. O destaque é o macaco Cesar (interpretado com maestria por Andy Serkis, que deu movimentos e feições realistas ao protagnista), que se mostra um líder nato e com diplomacia de dar inveja.

Planeta dos Macacos: o confronto (Dawn of The Planet of the Apes)
EUA, 2014 - 130 minutos
Ação / Ficção
Direção: Matt Reeves
Roteiro: Rick Jaffa, Amanda Silver e Mark Bomback
Elenco: Andy Serkis, Jason Clarke, Gary Oldman, Keri Russell, Toby Kebbell, Kodi Smit-McPhee, Judy Greer
Cotação: * * * *

Termômetro:
- Humor: *
- Drama: * * *
- Romance: *
- Fantasia: * * * *
- Ação / Aventura: * * * * 
- Policial: *
- Suspense: * * * 
- Sexualidade: *
- Escatologia: *
- Violência: * * *
- Efeitos especiais: * * * *

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Godzilla

O novo "Godzilla" não é uma refilmagem da produção de mesmo nome de 1998, dirigido por Roland Emmerich, mas um reboot do nostálgico monstro japonês exibido em 1954. Assim como diversas releituras atuais de outros temas, o filme também busca colocar os pingos nos 'is' e dar certa coerência na história do lagartão, fato que não houve no longa hollywoodiano da década de 90. A destruição e a ação também estão presentes aqui, porém sem perder a pegada dramática.

As origens de Godzilla são bem explicadas em um interessante prelúdio que faz analogias com o passado ao justificar os inúmeros testes nucleares que o ser humano tanto fez com bombas atômicas. A história original não é só Godzilla. Ele sempre esteve norteado de monstros gigantes e aqui não é diferente quando tem de enfrentar enormes criaturas que se assemelham àquela vista em "Cloverfield".

"Godzilla" tem mais pontos positivos que negativos, a começar com o visual bizarro e nostálgico do monstrengo que se inspira naquele dos anos 50. Além disso, a bela fotografia faz contornos dramáticos pontuais, há efeitos visuais de qualidade (as catástrofes são bem realistas), tem som e efeitos sonoros poderosos e as cenas de tensão são eficientemente bem conduzidas pelo diretor Gareth Edwards (há várias cenas de sustos que fogem do convencional). As sequências de luta entre os monstros, embora pouco se destacam em um primeiro momento, é o grande aperitivo do eletrizante clímax.

O problema da narrativa é que Godzilla está coadjuvante demais. O ponto de vista do homem, em tramas comuns que carecem de emoção, está mais em evidência que o personagem-título que aparece sem tanto impacto, fato que Roland Emmerich conseguiu dar em seu filme em 1998. Somente no clímax o lagartão está mais presente e se mostra ser o 'Chuck Norris dos monstros'. Outro aspecto negativo é o protagonista Aaron Taylor-Johnson que ‘não fede e nem cheira’, diferente de Bryan Cranston, que segura a excelente dramaticidade nos primeiros 30 minutos, e de Ken Watanabe que também tem boa presença de cena.

No geral, "Godzilla" está longe de ser ruim, mas, também, distante de ser uma obra-prima. A ideia de recontar suas origens e peculiaridades é de grande valia para quem o procura em sua forma mais clássica. Destaque para o debate entre 'homem e natureza' que critica o ser humano por achar que pode solucionar tudo de uma maneira armamentista, e por nos moralizar pela pequenice que somos diante de grandes herois.

Godzilla
EUA, 2014 - 123 minutos
Ação / Ficção Científica
Direção: Gareth Edwards
Roteiro: Max Borenstein, Dave Callaham
Elenco: Aaron Taylor-Johnson, Elizabeth Olsen, Ken Watanabe, Bryan Cranston, Sally Hawkins, David Strathairn, Juliette Binoche
Cotação: * * * *

Termômetro:
- Humor: * *
- Drama: * * *
- Romance: *
- Fantasia: * * * *
- Ação / Aventura: * * * *
- Policial: *
- Suspense: * * * *
- Sexualidade: *
- Escatologia: *
- Violência: * * *
- Efeitos especiais: * * * * *

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Ender's Game - O Jogo do Exterminador

Tudo em “Ender's Game” é convencional, porém muito bem realizado. O filme, que é uma adaptação de livro homônimo de Orson Scott Card, tem batalhas contra alienígenas, regime e treinamentos militares e uma série de cenas que lembram outras produções de ficção científica. A diferença é que os aspirantes a soldados são adolescentes. O longa tem sua qualidade técnica que oferece efeitos visuais de primeira e uma direção segura de Gavin Hood, que dá bom ritmo a trama. A narrativa, embora tenha uma reviravolta interessante em seu clímax, não traz nada de novo, incluindo suas lições de moral e seus conceitos antropológicos clichês. O que importa mesmo é a diversão e isso o longa proporciona muito bem. Destaque para o ator Asa Butterfield que, apresar de franzino na situação que se encontra, expressa frieza e estratégia como um adulto.

Ender's Game - O Jogo do Exterminador (Ender's Game)
EUA, 2013 - 114 minutos
Ficção científica
Direção: Gavin Hood
Roteiro: Gavin Hood, Orson Scott Card (romance)
Elenco: Asa Butterfield, Harrison Ford, Viola Davis, Hailee Steinfeld, Abigail Breslin, Ben Kingsley, Suraj Partha, Moises Arias, Khylin Rhambo
Cotação: * * *

Termômetro:
- Humor: * *
- Drama: * * *
- Romance: *
- Fantasia: * * * * *
- Ação / Aventura: * * * *
- Policial: *
- Suspense: * * * *
- Sexualidade: *
- Escatologia: *
- Violência: * * 
- Efeitos especiais: * * * * *